segunda-feira, 11 de abril de 2011

ROTEIRO DE ESTUDO 9º ANO


NOS PRIMEIROS TEMPOS DA REPÚBLICA

Na República Velha, cada presidente era eleito pelo voto direto, universal masculino (excluídos analfabetos, militares e religiosos) e aberto (todos sabem em quem você votou). 70% da população vivia no campo, portanto, bastava o grande proprietário, conhecido como coronel, controlar o voto dos seus peões e o candidato escolhido era eleito e este favoreceria o interesse dos coronéis. Portanto, o Brasil passa por uma fase em que o voto não era legítimo, era um voto mandado, o voto de cabresto. Como há uma diferença muito grande: 70% das pessoas moram no campo e 30% nas cidades, o candidato escolhido pela cidade nunca ganha. Então, esses presidentes da República Velha foram eleitos com voto fraudado (voto do bico de pena). Daí, o brasileiro não tem uma participação mais séria na política do país.

A COMISSÃO VERIFICADORA DE PODERES

No governo de Campos Sales, (início da República do Café) criou-se um mecanismo para garantir a permanência dos cafeicultores no poder. O presidente propõe a chamada Política dos Governadores: é uma troca de favores entre a presidência da república e os governos dos estados brasileiros. Essa política dos governadores continuará existindo até 1930. Campos Sales vai oferecer dinheiro (vindo dos impostos e empréstimos que se concentram na presidência) e atrai a atenção dos governadores que tem seus governos falidos. Com esse dinheiro ele vai conseguir "fazer política" => é uma troca de favores. Ele exige dos governadores apoio no Congresso porque se o presidente quisesse aprovar alguma coisa, os deputados teriam de concordar com ele. Em troca, promete aos governadores que apoiará os deputados estaduais, os deputados federais e os senadores indicados pelos governadores. Com isso, a Assembléia Legislativa do estado do governador só vai ter deputados que votam a favor do governador que pode propor qualquer espécie de política que ela seria aceita. Acontece, então, a unanimidade no governo federal e no estadual.



CORONELISMO

A expressão coronelismo surgiu como denominação dada aos fazendeiros que compunham a Guarda Nacional, no período imperial. Durante a República Velha, o termo estendeu-se aos grandes fazendeiros que controlavam a política local no mundo rural brasileiro, dominado pelo latifúndio, num universo próprio, interiorano, bem afastado das grandes cidades.
Na verdade, o coronel era a personificação mais acabada do poder privado no Brasil. Os moradores eram-lhe inteiramente obedientes, poucos ousando desafiar-lhe a autoridade ou disputar-lhe o mando, a não ser que por perto um outro coronel o desafiasse. Praticamente ninguém ao redor dele era instruído, sendo comum entre os considerados alfabetizados apenas saberem desenhar o nome no papel, o suficiente para que se tornassem eleitores fiéis dos candidatos propostos pelo coronel. Qualquer pessoa que se negasse a votar no candidato indicado pelo coronel era vítima de violência física ou perseguição pessoal. Essa medida garantia que os mesmos grupos políticos se consolidassem no poder. Com isso, os processos eleitorais no início da era republicana eram sinônimos de corrupção e conflito. Os hábitos políticos dessa época como a chamada “política dos governadores” e a política do “café-com-leite” só poderiam ser possíveis por meio da ação coronelista.
O controle do processo eleitoral por meio de tais práticas ficou conhecido como “voto de cabresto”. Observe-se que a não existência do voto secreto (adotado após a Revolução de 1930), facilitava o controle sobre o eleitor, aumentando-lhe o constrangimento. A fraude, portanto, imperava na época da República Velha. O coronelismo podia contar com a adoção de métodos coercitivos, ameaçadores, e até criminosos. O coronel geralmente contava com o pistoleiro contratado para atuar a seu serviço, ou um grupo de jagunços dedicados ao ofício das armas que serviam-lhe como um pequeno exército particular, vivendo à sombra da sua autoridade. Simultaneamente utilizam-se da máquina do poder e da boa fé dos cidadãos para garantir à população residente em seu domínio eleitoral uma educação básica de péssima qualidade, não permitindo a esse povo perceber o seu estado de absoluta alienação. Arrumar emprego, conduzir os filhos dos caboclos para o batismo, doar remédios e cachaça, eram formas de trocar favores por voto. Por não perceberem essa manipulação, os "coronéis" eram vistos pelos eleitores como os "bons homens", "aqueles que fazem tudo por nós".
Após 1930, o coronelismo perdeu espaço com a modernização dos centros urbanos e a ascensão de novos grupos sociais. Apesar do desaparecimento dos coronéis, podemos constatar que algumas de suas práticas se fazem presentes na cultura política do nosso país. Essa política de apadrinhamento e coronelismo decorre até os dias de hoje principalmente nas cidades do interior onde a população é mais pobre e carente, tornando-se mais facilmente manipulada. A troca de favores entre chefes de partido e a compra de votos são dois claros exemplos de como o poder econômico e político ainda impedem a consolidação de princípios morais definidos nos processos eleitorais e na ação dos nossos representantes políticos.
REVOLTAS NA REPÚBLICA VELHA

O CANGAÇO

A história do Cangaço inicia-se a partir de 1870 e vai até 1940. As causas que se relacionam ao Cangaço são os períodos de seca e a miséria que atingia nestes momentos até os jagunços dos coronéis (assalariados do crime), que para fugirem do autoritarismo do coronel e da miséria da seca se revoltavam e se uniam, formando os temíveis bandos de cangaceiros que, para os seus membros, não passava de uma forma de vida, inclusive mais honrosa do que a da elite dominante. Estes cangaceiros tinham as fazendas dos coronéis como alvo principal para os seus saques.
Por atacarem a base política da República Velha, estes cangaceiros tiveram que enfrentar as "volantes" formadas por policiais da Guarda Nacional e pelo exército.
O maior e mais temível bando de cangaceiros foi o de Lampião que, contando com sua mulher Maria Bonita (no cangaço as mulheres participavam em pé de igualdade com os homens) e seus "cabras", impôs o medo à oligarquia nordestina e a quem a servia.

(NÃO FALEI QUE ELE ERA UMA GRACINHA??)

O povo, por sua vez, temia os cangaceiros, mas apoiava suas ações de cabras machos. O fim do Cangaço inicia-se com a morte de Lampião, em 1938, e termina definitivamente com a morte do último cangaceiro, Corisco, seu companheiro e líder de bando.



A GUERRA DE CANUDOS


A Guerra de Canudos foi a maior guerra civil do Brasil. O líder era Antônio Mendes Maciel (Antônio Conselheiro). Era um pequeno proprietário que perdeu a propriedade, foi para a cidade, mas por causa da crise econômica o negócio faliu e para piorar mais, a mulher se separou dele porque a República permitia. De certa forma ele culpa a República por causa de seu fracasso e começa a dizer que ela é coisa do demônio e passa a falar do fim do mundo. Canudos constituiu-se como um movimento milenarista, messiânico porque seus seguidores acreditam na vinda de um messias que resolveria toda injustiça. Esse homem vai dizer: "no fim do mundo, o mar vai virar sertão e o sertão vai virar mar" => quem tem coisas, vai ficar sem elas, quem não tem nada, nessa próxima fase vai ter. Então, ele defendia uma "monarquia celestial (sobrenatural)". Ele dizia que haveria muitos rebanhos (pessoas que seriam salvas), mas um único pastor - ele mesmo. No Nordeste, ele vai conseguir convencer as pessoas que largam tudo o que tem e o seguem.

Às margens do rio Vaza Barris, Conselheiro e seus seguidores iniciam a organização de uma comunidade em uma grande fazenda onde não morava ninguém. O sistema vai dando certo e mais gente começa a chegar, inclusive os peões das fazendas vizinhas, ex-escravos, desempregados. O governo encarava a comunidade de Canudos como um agrupamento de baderneiros porque, na verdade, os canudenses deixaram de pagar impostos ao governo e ficaram livres da manipulação dos coronéis.

Mas como garantir que a oposição não chegará ao poder se há a eleição? Para isso, foi criada a Comissão Verificadora de Poderes (Comissão da "Degola") => todos os candidatos eleitos precisam passar pela cerimônia da diplomação. Nesse momento, o eleito tem que dizer quais são os seus planos de governo, se ele é favorável ao governador, ao presidente. Além disso, se o eleito deveria ter a "ficha limpa" caso contrário, seria cassado. Por isso que a Comissão foi chamada de "Degola", ou seja, o deputado é degolado que significa perder o mandato. Essa Comissão pode funcionar desde o começo até o fim do mandato dos eleitos, inclusive do governador e no dia em que um deles falar "não" à presidência, ele é cassado. Desse modo, a Comissão torna-se poderosíssima e concede ao presidente amplos poderes para agir.



GUERRA DO CONTESTADO

Durante o governo de Wenceslau Brás, salvo pelo início do surto industrial da Primeira Guerra, ocorreu a mais importante rebelião camponesa do Sul do país, a Revolta do Contestado, na região entre os estados do Paraná e Santa Catarina, com terras férteis e muita erva mate e madeiras de lei. Os romeiros, vindos de diversas localidades, seguiam o monge João Maria e seu sucessor José Maria, que pregava o fim da República e a implantação da monarquia de origem divina. Os posseiros haviam sido expulsos da terra por fazendeiros e empresas colonizadoras multinacionais ou eram desempregados da construção de ferrovias na região.
Lutavam conscientemente pela posse das terras ("nóis não tem direito de terra, é tudo para a gente da Oropa"), tendo que enfrentar o exército do governo brasileiro, a Guarda Nacional, os jagunços e, pela primeira vez no Brasil, atacados pela aviação de guerra, que estava a serviço dos interesses dos coronéis e das empresas colonizadoras (madeireiras) multinacionais.
A destruição das "Vilas Santas" e a morte de milhares de camponeses foi justificada, perante a sociedade brasileira, como uma luta contra fanáticos, degenerados e violentos rebeldes.



REVOLTA DA CHIBATA

Na noite de 22 de novembro de 1910, estoura a Revolta da Chibata, quando o marinheiro João Cândido, o almirante negro, assumiu o comando do porta-aviões Minas Gerais e outros marujos assumiram o controle de outras belonaves, o São Paulo, o Bahia e o Deodoro, apontando seus canhões para pontos estratégicos da cidade do Rio de Janeiro.
Os marinheiros só queriam o fim dos castigos corporais na Armada e, com o apoio da oposição e parte considerável da população carioca, o presidente Hermes da Fonseca e o Parlamento cederam às exigências.

Porém, como em nossa história jamais uma revolta popular havia triunfado, o governo não perdoou a ousadia daqueles marujos "sem cultura" e "sem responsabilidades". Ignorou-se a anistia, prendendo e desterrando para a Amazônia seus principais líderes. Os poucos marinheiros que não morreram foram absolvidos em julgamento dois anos depois.



REVOLTA DA VACINA

A situação do Rio de Janeiro, no início do século XX, era precária. A população sofria com a falta de um sistema eficiente de saneamento básico. Este fato desencadeava constantes epidemias, entre elas, febre amarela, peste bubônica e varíola. A população de baixa renda, que morava em habitações precárias, era a principal vítima deste contexto.
Preocupado com esta situação, o então presidente Rodrigues Alves colocou em prática um projeto de saneamento básico e reurbanização do centro da cidade. O médico e sanitarista Oswaldo Cruz foi designado pelo presidente para ser o chefe do Departamento Nacional de Saúde Pública, com o objetivo de melhorar as condições sanitárias da cidade.
A campanha de vacinação obrigatória é colocada em prática em novembro de 1904. Embora seu objetivo fosse positivo, ela foi aplicada de forma autoritária e violenta. Em alguns casos, os agentes sanitários invadiam as casas e vacinavam as pessoas à força, provocando revolta nas pessoas. Essa recusa em ser vacinado acontecia, pois grande parte das pessoas não conhecia o que era uma vacina e tinham medo de seus efeitos.
A revolta popular aumentava a cada dia, impulsionada também pela crise econômica (desemprego, inflação e alto custo de vida) e a reforma urbana que retirou a população pobre do centro da cidade, derrubando vários cortiços e outros tipos de habitações mais simples.


As manifestações populares e conflitos espalham-se pelas ruas da capital brasileira. Populares destroem bondes, apedrejam prédios públicos e espalham a desordem pela cidade. Em 16 de novembro de 1904, o presidente Rodrigues Alves revoga a lei da vacinação obrigatória, colocando nas ruas o exército, a marinha e a polícia para acabar com os tumultos. Em poucos dias a cidade voltava a calma e a ordem.

TENENTISMO



Foi o movimento político-militar que, pela luta armada, pretendia conquistar o poder e fazer reformas na República Velha. Era liderado por jovens oficiais das Forças Armadas, principalmente tenentes.

Principais propostas do Tenentismo:
Queriam a moralização da administração pública;


Queriam o fim da corrupção eleitoral;


Reivindicavam o voto secreto e uma justiça Eleitoral confiável;



Defendiam a economia nacional contra a exploração das empresas e do capital estrangeiro;



Desejavam uma reforma na educação pública para que o ensino fosse gratuito e obrigatório para todos os brasileiros.

A maioria das propostas contava com a simpatia de grande parte das classes médias urbanas, dos produtos rurais que não pertenciam ao grupo que estava no poder e de alguns empresários da indústria.



REVOLTA DOS FORTES DE COPACABANA

Primeira Revolta Tenentista, iniciou em 05/07/1922.


Foi uma revolta para impedir a posse do presidente Artur Bernardes.



Tropas do governo cercaram o Forte de Copacabana, isolando os rebeldes. Dezessete tenentes e um civil saíram para as ruas num combate corpo-a-corpo com as tropas do governo. Dessa luta suicida, só dois escaparam com vida: os tenentes Eduardo Gomes e Siqueira Campos.

O episódio ficou conhecido como Os Dezoito do Forte.



REVOLTAS DE 1924

Dois anos depois da Primeira Revolta ocorreram novas rebeliões tenentistas em regiões como o Rio Grande do Sul e São Paulo.


Depois de ocupar a capital paulista, as tropas tenentistas abandonaram suas posições diante da ofensiva armada do governo.



Com uma numerosa tropa de mil homens, os rebeldes formaram a coluna paulista, que seguiu em direção ao sul do país, ao encontro de outra coluna militar tenentista, liderada pelo capitão Luís Carlos Prestes.


COLUNA PRESTES

As duas forças tenentistas uniram-se e decidiram percorrer o interior do país, procurando apoio popular para novas revoltas contra o governo. Nascia aí a Coluna Prestes, pois ambas tropas eram lideradas por Prestes.


Durante mais de dois anos (1924 a 1926), a Coluna Prestes percorreu 24 mil quilômetros através de 12 estados. O governo perseguia as tropas da Coluna Prestes que, por meio de manobras militares, conseguia escapar. Em 1926 os homens que permaneciam na Coluna Prestes decidiram ingressar na Bolívia e desfazer a tropa.



A Coluna Prestes não conseguiu provocar revoltas capazes de ameaçar seriamente o governo, mas também não foi derrotada por eles. Isso demonstrava que o poder na República Velha não era tão inatacável. 




Padre Cícero:
Cícero Romão Batista nasceu em 1844 na antiga Vila Real do Crato e chegou a Juazeiro em 1872, dando início ao sacerdócio junto a população pobre de sertanejos, numa cidade marcada pela violência e pela prostituição. Teve importante atuação tanto no sentido de aconselhamento espiritual como no trabalho junto às comunidades nas épocas de seca e de fome. Dessa maneira conquistou o respeito da comunidade que passou a lhe atribuir a qualidade de santo e profeta.

O messianismo passou a fazer parte de sua vida em 1891, quando a hóstia ficou vermelha na boca da beata Maria Madalena, fazendo com que o povo considerasse o fato como um milagre.

A partir de então desenvolveu-se grande campanha contra o padre movida pela Igreja católica, que proibiu-o de rezar as missas e forçou sua transferência de Juazeiro. Em 1898 foi chamado à 

Roma para dar explicações sobre o â??milagre" e é absolvido, retornando a Juazeiro.

Mesmo com a rejeição do milagre pelo padre, o boato se espalha e a cidade torna-se centro de romarias de camponeses que buscam a cura para seus males, ampliando a fama do "Padim Ciço".



ROTEIRO DE ESTUDOS

O que eu preciso saber sobre A REPÚBLICA OLIGÁRQUICA NO BRASIL?
Explicar as revoltas urbanas e rurais
Explicar a Política do café com leite
Explicar a Política dos Governadores
Relacionar coronelismo e voto de cabresto
Explicar o Convênio de TaubatéRelacionar as funções da Comissão Verificadora de Poderes com a "degola"
Entender a Coluna Prestes
Explicar o fato os Dezoito do Forte
Entender a fama do Padre Cícero
Compreender A Revolta da Vacina
Explicar o Movimento de Canudos e Contestado
Explicar a Revolta da Vacina
Compreender o Cangaço





bons estudos.
DICAS DE ESTUDO


O que eu preciso saber sobre a REVOLUÇÃO RUSSA?






•Caracterizar a Rússia antes da revolução: problemas econômicos, czarismo e desigualdades sociais
•Descrever os acontecimentos de 1904 e 1905 relacionando com o Domingo Sangrento
•Citar a criação da Duma (parlamento russo)
•Descrever o crescente descontentamento da população russa em relação ao governo de Nicolau Romanov
•Explicar o que eram os sovietes e sua importância no processo da revolução
•Diferenciar as duas alas do Partido Comunista: os mencheviques e os bolcheviques, seus líderes e objetivos
•Citar as principais propostas socialistas de Lênin presentes nas Teses de Abril
•Explicar a Revolução Branca, de fevereiro de 1917
•Explicar a Revolução Bolchevique, de outubro de 1917
•Explicar a Guerra Civil e o objetivo dos contra-revolucionários (Exército Branco)
•Citar os objetivos de Lênin com a instituição da NEP
•Explicar a disputa entre Trotsky e Stálin após a morte de Lênin


Todo esforço será recompensado!
Estude bastante.



CRISE DE 1929
Em 1932, a música da moda nos Estados Unidos era: "Brother, Can You Spare a Dime? ("Irmão, Você Pode me Emprestar um Trocado?"). Esse era o espírito de um país com 14 milhões de desempregados. E, pior, tinha-se a nítida impressão de que a crise não iria ter fim, de que não existia um ponto de virada: era a Grande Depressão.
Famílias aninhavam-se, em busca de calor, junto aos incineradores dos edifícios municipais, enquanto outras procuravam restos de comida nos caminhões de lixo. Boa parte da população norte-americana responsabilizava o presidente Hoover e os republicanos pela crise.A política liberal do governo, de não interferir no mercado, teria sido a responsável pela quebra da Bolsa de Nova York em 1929 e pela depressão.
Assim, em 1932, o democrata Franklin Delano Roosevelt venceu facilmente as eleições presidenciais norte-americanas.Durante a campanha eleitoral, Roosevelt havia se comprometido a estabelecer um "Novo Ajuste" (New Deal) para o povo americano.
Para resolver o problema do desemprego e reaquecer a economia, deu início a um enorme programa de obras públicas. O New Deal estabeleceu um amplo programa de apoio aos desempregados. Construíram-se ou restauraram-se 400 mil quilômetros de estradas, colocaram-se em funcionamento 40 mil escolas, com a contratação de 50 mil professores, instalaram-se mais de 3,5 milhões de metros de tubulações de água e esgoto, além de praças e quadras esportivas em todo o país. Na habitação popular, uma agência estatal avalizava financiamentos imobiliários, viabilizando um grande programa que impulsionou a construção civil.
A idéia era: o Estado gera empregos, as pessoas voltam lentamente a consumir, as fábricas e as fazendas aumentam a produção, contratam mais mão-de-obra, mais pessoas são reintegradas ao sistema e o capitalismo voltaria a florescer.

(por Renan Garcia Miranda)



O que eu preciso saber sobre REGIMES TOTALITÁRIOS (Nazismo e Fascismo), GUERRA CIVIL ESPANHOLA? CRISE DE 1929?
  • Descrever a situação dos Estados Unidos após a Primeira Guerra Mundial
  • Explicar a quebra da Bolsa de Nova Iorque
  • Explicar a crise gerada em 1929 e a Grande Depressão
  • Explicar o que foi o New Deal e citar as medidas estabelecidas por esse programa
  • Citar as características gerais dos regimes totalitários
  • Citar as principais medidas adotas pelos fascistas ao assumirem o poder
  • Descrever a situação da Alemanha após a Primeira Guerra Mundial
  • Relatar como Hitler subiu ao poder na Alemanha
  • Explicar como era o governo de Hitler, a propaganda, a educação e a política racial
  • Explicar por que aconteceu a Guerra Civil Espanhola.
  • Relacionar a Guerra Civil Espanhola com o militarismo de Hitler e Mussolini





Um comentário:

ianka disse...

MUITO BOM PROF..